Ao falar das emissões de NFC-e, ou Notas Fiscais do Consumidor Eletrônicas, uma coisa é unânime entre os varejistas e empresários que requerem a obrigatoriedade: elas precisam ter agilidade. Isso porque, como explicamos em outro artigo, o objetivo da NFC-e é, justamente, oferecer mais eficiência no repasse das informações e a simplificação das obrigatoriedades. A emissão das NFC-e não pode ter irregularidades ou inconsistências, pois estas situações atrapalham rotina de trabalho e impactam negativamente. Saiba mais neste post!

A emissão da NFC-e é digital

Quem trabalha com este modelo de documento eletrônico já deve saber que ele requer uma conexão com a internet. Além disso, exige uma série de situações que precisam estar constantes para que o processo aconteça. Isso pois o repasse das informações ao FISCO é feito em tempo real, aumentando a capacidade de fiscalização do órgão. Sendo assim, o primeiro passo para evitar problemas com as emissões é simples: manter a operação no ar. No caso de falhas técnicas não é necessário se preocupar. Isso pois a chamada emissão em contingência é responsável por evitar a perda de informações nestes casos.

O que é emissão em contingência?

Em suma, emissão em contingência serve para substituir a emissão tradicional da NFC-e. Quando existirem problemas técnicos envolvendo os servidores ou o documento, é quando o modelo de emissão entra em ação. Desta forma, é emitida a Nota em contingência e impresso o DANFE. Quando a situação estabilizar, é necessário transmitir o arquivo XML para a SEFAZ do respectivo estado, garantindo, portanto, o processo sem problemas.

Você entendeu os requisitos para manter os processos de emissão da NFC-e em funcionamento? Agora, está na hora de falar sobre como aproveitá-los da melhor maneira possível no seu negócio, usando esta obrigatoriedade a seu favor. Isso porque, afinal, não é importante somente evitar problemas, como também os prevenir.

A rotina do varejo exige agilidade nas emissões de NFC-e

O processamento de grandes volumes de documentos não é exclusividade, somente, de estabelecimentos grandes ou grandes marcas. Por exemplo, uma rede de lojas, um supermercado ou mesmo pequenos negócios podem ter um volume elevado e constante de emissões por dia. Caso o processo da emissão das NFC-e não seja ágil o suficiente, diversos transtornos podem ser gerados. Entre eles, o mais comum é a demora nos checkouts e filas, o que acaba resultando em frustrações e desperdícios para o varejista, enfileirando documentos e atrasando todo o negócio.

Como acelerar este processo de emissão de NFC-e?

Para, então, agilizar de maneira considerável a capacidade de emissão das NFC-e, o que você pode fazer? Ter um gerenciamento facilitado e centralizado, evitando erros. Isso pode ser garantido através de uma solução robusta e multiplataforma, para que o negócio se mantenha no ritmo que ele precisa estar.

Seu negócio no ritmo que ele precisa estar

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